Fertilizante K–S de alta concentração (K 30% | S 30%) para aumentar produtividade, melhorar qualidade e fortalecer a resiliência das plantas.
O Enxofre (S) apoia a síntese de aminoácidos/proteínas e contribui para a tolerância a pragas e doenças; o Potássio (K) regula a entrada/saída de água (osmorregulação), otimiza o uso de nutrientes e beneficia enchimento e padrão comercial de frutos/grãos.
Alta eficiência nutricional: entrega K e S na proporção ideal para fases de alto consumo.
Mais produtividade e qualidade: melhor enchimento, calibre, firmeza e padrão comercial.
Resiliência a estresses: maior tolerância hídrica/térmica e estabilidade fisiológica.
Suporte sanitário: o Enxofre auxilia na redução de pressão de pragas e doenças no manejo integrado.
Maior rentabilidade: aproveitamento superior de insumos e melhor custo por tonelada produzida.
Grãos (soja, milho, trigo, arroz), fibras (algodão), café, cana-de-açúcar, citrus, frutíferas, olerícolas e pastagens — especialmente em crescimento vigoroso, pré-floração, frutificação e enchimento.
Osmorregulação eficiente: o potássio regula abertura/fechamento estomático, reduzindo perdas de água e ajudando a planta a enfrentar seca e calor.
Transporte de açúcares e enchimento superior: K melhora translocação de fotoassimilados, favorecendo calibre, peso específico e uniformidade de frutos e grãos.
Qualidade pós-colheita: incremento de firmeza, teor de sólidos solúveis (°Brix) e vida de prateleira em frutíferas e olerícolas.
Síntese de proteínas e aminoácidos: o enxofre participa da formação de cisteína, metionina e enzimas, sustentando vigor vegetativo.
Equilíbrio nutricional K–S: melhora o uso eficiente de N e micronutrientes, reduzindo desbalanços nutricionais comuns em altas produtividades.
Resiliência fisiológica: suporte à recuperação pós-estresse (hídrico/térmico) e estabilidade metabólica em fases críticas.
Ambiente fisiológico menos favorável a desequilíbrios: plantas com melhor integridade de tecidos e paredes celulares mais firmes.
Suporte ao MIP/MID: o enxofre contribui como coadjuvante em programas integrados, reduzindo a pressão de problemas fitossanitários quando associado ao manejo correto.
(Não substitui defensivos registrados; uso dentro de um programa técnico.)
Ganho de produtividade pela melhor taxa de enchimento e queda de perdas por desordens fisiológicas.
Padrão comercial superior: uniformidade, tamanho e coloração mais consistentes.
Maior eficiência de conversão de insumos (água, NPK), melhorando o custo por tonelada colhida.
Versatilidade de uso em grãos, fibras, café, cana, citrus, frutíferas, olerícolas e pastagens.
Fácil integração ao plano de adubação (plantio, cobertura, fertirrigação), com boa compatibilidade em misturas* e manejo contínuo.
Rápida resposta agronômica em fases de alta demanda (crescimento, pré-floração, frutificação, enchimento).
Café — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: pós-transplante; crescimento vegetativo; pós-florada/início de chumbinho e expansão–enchimento dos frutos.
Citrus — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: pré-floração; brotação; crescimento e enchimento dos frutos (aplicações fracionadas).
Frutíferas (maçã, pera, cereja, ameixa etc.) — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: pré-floração; fruto em crescimento/enchimento.
Olerícolas e folhosas (alface, escarola, repolho, couve) — Dose: 5 a 7 L/ha (via solo).
Época: pós-transplante; repetir a cada 15–20 dias no crescimento vegetativo.
Soja, amendoim, ervilha, feijão, vagem etc. — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: V3–V5 (construção de dossel) e R1–R5 (floração a enchimento), em 1–3 aplicações conforme manejo.
Milho, trigo, arroz — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: V4–V6/perfilhamento; pré-pendoamento/início de panícula; enchimento de grãos.
Flores e plantas ornamentais — Dose: 3 a 5 L/ha (via solo).
Época: pós-transplante; a cada 15–20 dias no crescimento vegetativo.
Cana-de-açúcar — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: pós-transplante; perfilhamento/crescimento vegetativo; alongamento.
Tomate, berinjela, pimenta, pepino, melão etc. — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: 2 a 4 aplicações no crescimento vegetativo e pré-florescimento. Tomate: manter aplicações semanais desde pré-florada até enchimento.
Banana — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: pós-transplante; crescimento vegetativo; pré-emissão do cacho e enchimento.
Cenoura, cebola, alho — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: pós-transplante/emergência; repetir no crescimento ativo.
Videira (vinho e mesa) — Dose: 12 a 15 L/ha (via solo).
Época: pré-floração; pós-floração/pegamento; veraison–enchimento.
Morango — Dose: 15 a 20 L/ha (via solo).
Época: pós-transplante; vegetativo; pré-florada a frutificação.
Fertilizante líquido via solo à base de Potássio (K) e Enxofre (S), indicado para otimizar a osmorregulação (abertura/fechamento estomático), suportar a síntese de proteínas e elevar a qualidade de frutos/grãos, com ganhos de produtividade e resiliência a estresses. Ideal para fases de pré-floração, frutificação e enchimento, quando a demanda de K é elevada.
Defina a dose por cultura: utilize a faixa indicada (em geral 15–20 L/ha; vide sua tabela por cultura).
Volume de calda: ajuste para 200–300 L/ha no solo, garantindo molhamento uniforme da zona radicular.
Compatibilidade (teste de jarra): obrigatório ao misturar com outros insumos.
pH da calda: preferir neutro a levemente ácido (~6,0–7,0).
Filtração: manter peneiras/filtros limpos (50–80 mesh) e agitação constante.
Encha o tanque com 70–80% de água limpa.
Ligue a agitação.
Adicione o KS Krop Mix na dose planejada.
Se necessário, adicione outros compatíveis (NPK líquido/micros) após teste de jarra.
Complete com água até o volume final e mantenha a agitação até o término da aplicação.
Evitar misturar com caldas altamente ácidas/oxidantes ou que promovam floculação/precipitação. Em caso de dúvida, faça teste de jarra.
Sulco/linha de plantio (drench ou no transplantio): aplicar na zona radicular para rápido estabelecimento.
Cobertura/coroamento em perenes e frutíferas: distribuir a calda ao redor da planta, buscando uniformidade.
Fertirrigação (gotejo/pivô): preparar solução-mãe e injetar até atingir a dose/ha prevista; finalizar com água limpa para lavagem de linhas.
Viveiros e mudas: direcionar ao substrato para estimular raiz fina ativa.
Condições ideais: aplicar em horários frescos, evitar vento forte e chuva iminente (2–4 h). Em estiagem, completar com irrigação para levar os nutrientes à rizosfera.
Dose padrão (via solo): 15–20 L/ha (vide tabela por cultura; videira: 12–15 L/ha).
Frequência: conforme cultura e fase; em geral, fracionar nas janelas de maior demanda de K (pré-floração → pegamento → enchimento).
Via solo: 200–300 L/ha (ajuste ao equipamento/solo).
Mochila 20 L (exemplo com 200 L/ha):
15 L/ha → 75 mL/20 L
18 L/ha → 90 mL/20 L
20 L/ha → 100 mL/20 L
Se usar 300 L/ha, multiplique as dosagens de mochila por 1,5.
Área: 2 ha
Dose: 18 L/ha → 36 L do produto
Calda (200 L/ha): 400 L no total
Preparo: adicionar 36 L ao tanque, completar até 400 L, aplicar uniformemente nos 2 ha.
Preparar solução-mãe (ex.: 1:10 a 1:20).
Injetar até entregar 15–20 L/ha efetivos.
Tempo de injeção: 20–40 min iniciais; finalizar com 10–15 min de água limpa.
Geralmente compatível com NPK líquidos e micronutrientes.
Evitar pH muito baixo e oxidantes fortes; teste de jarra sempre.
Não misturar concentrados puros entre si; diluir em água com agitação.
Uniformidade: manter velocidade/pressão constantes.
Faixa molhada: garantir alcance à zona de raízes.
Reentrada: após secagem da área e conforme normas de segurança.
Rastreabilidade: registrar data, dose, volume, clima e lote.
Conservar em local seco, ventilado, ao abrigo do sol, entre 5–35 °C.
Não congelar. Manter embalagem original e bem fechada.
Agite antes de usar. Preferir uso do conteúdo aberto na mesma safra.
Usar luvas, óculos e avental no preparo e aplicação.
Contato pele/olhos: lavar com água corrente por vários minutos.
Ingestão acidental: não provocar vômito; oferecer água e procurar atendimento com rótulo/bula.
Manter fora do alcance de crianças e animais.
Resultados superiores ocorrem quando o produto é inserido em um programa nutricional (macro + micro) ajustado por análise de solo/foliar.
Em estresse hídrico/térmico, priorizar aplicações preventivas e suporte hídrico.
O posicionamento em pré-floração → pegamento → enchimento é chave para qualidade e produtividade em várias culturas.
| NUTRIENTES | % |
|---|---|
| K2O | 30,0 |
| S | 30,0 |
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